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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A VERDADE BÍBLICA SOBRE OS OVNIs


Este é um assunto que atualmente tem chamado a atenção, não só das personalidades e comunidades científicas, mas também dos escolhidos de Deus(Povo de Deus), assim como daqueles que concluímos serem “leigos” no assunto. E, lendo alguns livros e relatos sobre o assunto, sinto-me na obrigação de fazer conhecida por todos o que considero serem as verdades bíblicas sobre os OVNIs.
Vivemos em um mundo conturbado por problemas sociais que a cada dia dilatam mais ainda as idéias sobre as possibilidades e teorias sobre muitas coisas envolvendo o ocultismo entre elas a ufologia. Eu apenas quero dar motivos (nos quais eu creio e afirmo com toda convicção de sua verdade) para que creiamos que os nossos visitantes não são bem aquilo que pensamos! Um texto bíblico que chama a atenção sobre o assunto está em LUCAS 21.11 que diz assim: EM VÁRIOS LUGARES HAVERÁ GRANDES TREMORES DE TERRA, FALTA DE ALIMENTOS E EPIDEMIAS. ACONTECERÃO COISAS TERRÍVEIS, E GRANDES SINAIS SERÃO VISTOS NOS CÉUS”.
Jesus Cristo, nos adverte contra o que haveria de  acontecer no considerado pelos cristãos de todo o mundo como o final dos tempos. Apenas uma profecia apocalíptica para que nos preparássemos. Essas coisas realmente tem acontecido, só que muitas pessoas não tem procurado a verdade sobre tudo, porém existe algo mais, existe uma trama maligna diante dessas aparições e fenômenos anormais, que procura profanar o evangelho de Jesus Cristo. A finalidade principal, creio eu, é acabar com dogmas e doutrinas do cristianismo e consequentemente pregar as doutrinas do ocultismo, espiritismo e, finalizando, erguer a Nova Era e suas mentiras.
Quanto a isso, o apóstolo Paulo também nos adverte na carta aos GÁLATAS 1.8 à “MAS, SE ALGUÉM, MESMO QUE SEJAMOS NÓS OU UM ANJO DO CÉU, ANUNCIAR A VOCÊS UM EVANGELHO DIFERENTE DAQUELE QUE TEMOS ANUNCIADO, QUE SEJA AMALDIÇOADO!”
 Neste  texto sobre o cuidado com as contradições que esses “Visitantes” afirmam quanto ao evangelho. Ele adverte ao povo, quanto a astúcia do maligno em usar pessoas e até mesmo criaturas “celestiais” para profanar e desmoralizar a Palavra de Deus. O termo “anjo do céu” refere-se aos anjos decaídos do céu, os quais foram a favor de Lúcifer e seus ideais. Faz-se então necessário esclarecer o que se refere a celestial. Biblicamente, existem três dimensões do chamado céu. Um é o que nós enxergamos, onde só existe mesmo o que é visível. O Segundo Céu são as chamadas Regiões Celestiais, onde acontecem as constantes batalhas espirituais entre os anjos de Deus e os do Diabo. O Terceiro céu é onde conhecemos como o Céu de Deus, onde habita o Deus Supremo e seus anjos.
Dr. Walter Martin, considerado a autoridade máxima em seitas e ocultismo declara: “O segredo é teologia deles. Dizem todos a mesma coisa e tudo é uma deturpação da Bíblia. Isso me faz acreditar que o que a Bíblia disse que ocorreria está acontecendo. Estamos tratando com uma outra dimensão da realidade que a Bíblia menciona freqüentemente. Ela é chamada de “domínio das potestades do ar”. Em outras palavras, trata-se de uma manifestação sobrenatural que o cristianismo, o islamismo e o judaísmo chamariam de demoníaca. Não penso que exista um demônio por trás de cada arbusto ou árvore. Estou apenas dizendo: o que poderia esperar no fim dos tempos em nossa cultura avançada? Esperaríamos uma manifestação que se ajustasse às estruturas da nossa era. Que melhor maneira de atrair-nos do que com visitantes intergaláticos?... Temos obsessão por eles!”.
Elaine Morganelli, uma das participantes da reunião de Whitley Strieber(autor de vários best sellers sobre o assunto, como Communion e Transformation. Strieber possuía ainda antecedentes fortes no ocultismo(Zen, cartas de tarô, estados alterados de consciência, Gurdjieff e Ouspenjsky) e além dos livros sobre OVNIs, escreveu ainda vários livros ocultistas, como Black Magic,  Night Church, The Hunger...), conclui o que acontecera; uma resposta amendrontadora, mas real:
O que me chamou a atenção foi quando ele (Strieber)se referiu ao Senhor e seus anjos como “Nazistas do Ar”.

Pokemon e a Bíblia


POKÉMON
Leia aqui uma matéria que saiu no jornal há 2 anos atrás, que relata a epilepsia coletiva de crianças, causada pelo desenho animado japonês, Pokémon. Esse desenho é exibido pela Rede Record, uma emissora evangélica. Não estamos publicando essa matéria para denegrir a imagem da Record, apenas queremos informar aos pais o mal que pode causar esse desenho inofensivo, que tem virado "febre" entre nossas crianças.

COMO TUDO COMEÇOU:

Terça-feira, 16 de dezembro de 1997, 18 horas e 30 minutos em Tóquio, Japão: começa a transmissão do desenho animado "Pokémon" (inspirado no videogame da Nintendo "Pocket Monsters"), o episódio tem por título "Den no usenshi porigon"
( Guerreiro de Computador Porigon) , transmitido em rede por 37 emissoras.
Vinte minutos após o final do episódio, ambulâncias correm pelas ruas recolhendo centenas de crianças, todas com os mesmos sintomas: ataques convulsivos, vômitos, hemorragias, olhos injetados, vertigens, desmaios, lembrando um grave ataque epiléptico.
Aparentemente, o canhão de raios catódicos da televisão pode vir a ser empregado como um canhão de guerra, não apenas de Guerra Psicológica, mas também de Guerra Psiquiátrica com efeitos fisiológicos.
Quando os telejornais repetiram as cenas do desenho, houve nova onda de internações, confirmando o fenômeno horas depois, na mesma noite.
Cerca de 700 pessoas foram internadas , na maioria crianças e adolescentes, mas incluindo universitários e donas de casa entre 3 e 57 anos, todos com sintomas de Epilepsia Fotossensível.
Em pesquisa oficial, 12.950 estudantes faltaram às aulas nos dias seguintes (dados apenas de Tóquio) e um grupo de pediatras e psiquiatras confirma ser o desenho a causa das crises em massa.
O QUE É O FENÔMENO?
A literatura médica registrou apenas meros 17 casos de epilepsia fotossensível de 1981 a 1997, em torno de um caso por ano.
Naquela noite, cerca de
700 internações, em poucas horas na mesma cidade!
Em 1996 a Nintendo lançou o video-game apelidado "Pokémon" , vendendo 8 milhões de cópias. Foram vendidos também cerca de 2 milhões de CDs musicais, revistas de histórias em quadrinhos, 300 milhões de cards-figurinhas, bonequinhos, etc.. em uma fatia de mercado de 500 bilhões de yenes por ano.
O "Pânico Pokémon" fez as ações da Nintendo caírem 4,1% na Bolsa de Valores de Tóquio.
O fenômeno se deve a técnicas hipnóticas para aumentar a identificação do telespectador, o que os desenhistas de animação nipônicos conhecem como "Shigueki", termo que designa um forte estímulo visual que prende a atenção.
Uma subdivisão desta técnica é chamado "Paka-Paka", o pisca-pisca, luzes de determinadas cores piscando em velocidade taquicoscópica-subliminar, mais veloz que uma lâmpada de estroboscópio usadas em boates.
Quanto mais rápido as luzes piscam, maior a emoção.
Na Inglaterra é proibido por lei piscar luzes na TV mais rápido que 3 vezes por segundo. No Japão, a cada episódio, os telespectadores experimentavam luzes mais rápidas. Na noite do dia 16, o monstrinho roedor amarelo "Pikachu" piscou suas bochechas 54 vezes em cinco segundos.
Aplicando-se minha fórmula de mensuração de subliminares, o dividendo quantidade de informação emitida ( 54 imagens) e o divisor tempo de exposição à mensagem ( 5 segundos), obtém-se o quociente de 10.8 imagens por segundo, ritmo taquicoscópico subliminar (confirme no meu livro "Propaganda Subliminar Multimídia", terceira edição, editora Summus, página 30) .
Estas mais de dez imagens por segundo ocasionam um efeito que a MIDIOLOGIA SUBLIMINAR denomina "clutter" , saturação, overdose, hipertelia, um processo cujo resultado foi a "Epilepsia Televisiva" conforme o psiquiatra Yukio Fukuyama, uma nova doença epidêmica ocasionada em massa via satélite pelo sinal da televisão.
As cores em sequência piscadas: Vermelho, branco e azul, nesta velocidade, causam o curto-circuito epilético, pois o vermelho (760 nanômetros) ondas longas, acelera batimento cardíaco e eleva a pressão sangüínea, libera adrenalina; o azul (450 nanômetros) ondas curtas, reduz a pressão sistólica , acalma e relaxa.
Este dilema subliminar de mensagens com efeitos opostos gera o efeito epilético chegando a alterar a química do sangue, um sinal subliminar que é uma agressão física aos orgãos sensoriais.
POKÉMON NO BRASIL
Outros desenhos animados empregam a tecnologia subliminar "Paka-Paka" , Sazae-San e até mesmo Doraemon, entre outros, abusam de recursos computadorizados similares. Como o estímulo subliminar incide binocularmente, tapando um olho com a mão pode-se bloquear o sinal, evitando, assim , o ataque epilético, única forma de auto-defesa ao pisca-pisca subliminar cromático.
Porém, em novas tecnologias de imersão como a Realidade Virtual, como tirar os óculos ou bloquear o sinal a tempo? Ele ocorre em momentos de climax emocional e atenção focada ao extremo.
Pokémon, pioneiro histórico nestas tecnologias taquicoscópicas cromáticas, fez sua estréia em 1998 nos EUA. Os episódios que causaram problemas aos telespectadores não foram comprados pela distribuidora dos desenhos nos EUA.
Em fevereiro deste ano, a rede de televisão Record comprou os desenhos e ia pôr no ar no programa infantil "Eliana". Mas como eu tinha apresentado minha pesquisa sobre Pokémon no Congresso Lapic da USP em 1998 e fui entrevistado pela jornalista Mariana Castro, saindo na Revista CONTIGO da editora Abril, 2 de março de 1999, página 42, em reportagem-denúncia, a estréia foi adiada. Esta veio se somar a outra entrevista minha ao jornal ESTADO DE SÃO PAULO de domingo, 14 de março de 1999, o adiamento desta estréia foi uma vitória histórica da cidadania no Brasil." Nota do editor: Há menos de um mês o desenho animado Pokémon começou a se veiculado no programa "Eliana e Alegria" na Rede Record.
Segundo a direção da rede, as cenas responsáveis pelos internamentos no Japão foram cortadas e não serão exibidas no Brasil.


Fonte: Jejuscristo.com.br

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A verdadeira História do Natal e de Papai Noel


A verdadeira História do Natal e de Papai Noel
Origens Pagãs
Quando buscamos a verdadeira história do Natal, acabamos diante de rituais e deuses pagãos. Sabemos que Jesus Cristo foi colocado numa festa que nada tinha haver com Ele. O verdadeiro simbolismo de Natal oculta transcendentes mistérios. Esta festividade tem sua origem fixada no paganismo. Era um dia consagrado à celebração do “Sol Invicto”. O Sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo e, seus equivalentes entre outros povos pagãos são diversos: Ra, o deus egípcio, Utudos na Babilônia, Surya da Índia e também Baal e Mitra.
Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.
Estas festividades pagãs estavam muito arraigadas nos costumes populares desde os tempos imemoráveis para serem suprimidas com a advento do Cristianismo, incluso como religião oficial por Decreto por Constantino (317-337 d.C), então Imperador de Roma. Como antigo adorador do Sol, sua influência foi configurada quando ele fez do dia 25 de dezembro uma Festa Cristã. Ele transformou as celebrações de homenagens à Mitra, Baal, Apolo e outros deuses, na festa de nascimento de Jesus Cristo. Uma forma de sincretismo religioso. Assim, rituais, crenças, costumes e mitos pagãos passam a ser patrimônio da “Nova Fé”, convertendo-se deuses locais em santos, virgens em anjos e transformando ancestrais santuários em Igrejas de culto cristão. Deve-se levar em consideração que o universo romano foi educado com os costumes pagãos, portanto não poderia ocorrer nada diferente.
Todavia, o povo cristão do Oriente, adaptou esta celebração para 6 de janeiro, possivelmente por uma reminiscência pagã também, pois esta é a data da aparição de Osíris entre os egípcios e de Dionísio entre os gregos.
Jesus, o “Filho do Sol”
filhodosol.jpgNo quociente Mitraísmo/Cristianismo se observa surpreendentes analogias. Mitra era o mediador entre Deus e os homens. Assegurava salvação mediante sacrifício. Seu culto compreendia batismo, comunhão e sacerdotes. A Igreja Católica Romana, simplesmente “paganizou” Jesus. Modificou-se somente o significado, mantendo-se idêntico o culto. Cristo, substituiu Mitra, o “Filho do Sol”, constituindo assim um “Mito” solar equivalente, circundado por 12 Apóstolos. Aliás, curiosa e sugestivamente, 12 (n. de apóstolos), coincide com o número de constelações. Complementando as analogias astronômicas: a estrela de Belém seria a conjunção de Júpiter com Saturno na constelação do ano 7 a.C, com aparência de uma grande estrela.
Nova Ordem
Uma nova ordem foi estabelecida quando o decreto de Constantino oficializa o Cristianismo. Logo, livres de toda opressão, os que então eram perseguidos se convertem em perseguidores. Todos os pagãos que se atrevessem a se opor as doutrinas da Igreja Oficial eram tidos como hereges e dignos de severo castigo.
Culto às “Mães Virgens”
No Antigo Egito, sempre existiu a crença de que o filho de Ísis (Rainha dos Céus), nasceu precisamente em 25 de dezembro. Ísis algumas vezes é “Mãe”, outras vezes é “Virgem” que é fecundada de maneira sobrenatural e engravida do “Deus Filho”.
Tal culto à “Virgem” é encontrado entre os Celtas, cujo a civilização, os druídas (sacerdotes), praticam o culto baseado em um “Deus Único”, “Una Trindade”, a ressurreição, a imortalidade da alma e uma divindade feminina: uma “Deusa-Mãe”, uma “Terra-Mãe” e uma “Deusa Terra” também virgem, que se destinava a dar à luz a um “Filho de Deus”.
Este culto as “Deusas Virgens-Mães” está reiterado em muitas religiões e mitologias, inclusive civilizações pré-colombianas, como em numerosas mitologias africanas e em todas as seitas iniciáticas orientais.
A reconfortante imagem do arquétipo “MÃE” é primordial para existência humana. Este arquétipo pode assumir diversas formas: deusas, uma mãe gentil, uma avó ou uma igreja. Associadas a essas imagens surgem a solicitude e simpatia maternas, o crescimento, a nutrição e a fertilidade.
Culto ao “Deus-Herói”
deusheroi.jpgComo afirmei, a concepção de uma “Rainha dos Céus” que dá à luz a um “Menino-Deus” e “Salvador” corresponde a um arquétipo básico do psiquismo humano e tem sua origem nos fenômenos astronômicos. Enviado por um “Ser Supremo”, que é o PAI, o FILHO assume suprimindo o PAI, como acontece em todas as sagas gregas, indo-européias e diversas culturas. Coincidentemente, existe um padrão constante que quase sempre expressa o mesmo propósito: fazer do FILHO um HERÓI, que cumpre o mandato do PAI, sucedendo-o. Este HERÓI se faz causa de um ideal primeiro que se move ao longo da História como MODELADOR de uma cultura.
A versão do nascimento e infância de Jesus é uma repetição da história de muitos outros Salvadores e Deuses da humanidade. Ilustra bem a figura do “Arquétipo Herói”, comuns em qualquer cultura e que seguem sempre a mesma fórmula. Nascidos em circunstâncias misteriosas, logo exibe força ou capacidade de super-homem, triunfa na luta contra o mal e, quase sempre, morre algum tempo depois.
Este arquétipo reflete o tipo de amadurecimento sugerido pelos mitos: nos alerta para ficarmos atentos as nossas forças e fraquezas internas e nos aponta o conhecimento como caminho para se desenvolver uma personalidade saudável.
Anexo a nossa consciência imediata”, escreveu Carl Jung, “existe um segundo sistema psíquico de natureza coletiva, universal e impessoal, que se revela idêntico em todos os indivíduos”. Povoando este inconsciente coletivo, afirmava, havia o que chamava de “arquétipos”, imagens primordiais ou símbolos, impressos na psique desde o começo dos tempos e, a partir de então, transmitidos à humanidade inteira. A MÃE, o PAI e o HERÓI com seus temas associados, são exemplos de tais arquétipos, representados em mitos, histórias e sonhos.
Eis que nasce Papai Noel
saonicolau.jpgCom o passar do tempo, de gerações que foram sucedendo-se, veio o esquecimento e nem Mitra, nem Apolo ou Baal faziam mais parte do panteão de algum povo. Acabou restando somente símbolos: a árvore, a guirlanda, as velas, os sinos e os enfeites. Até que no séc. IV, mais exatamente no ano de 371, uma nova estrela brilha em nosso céu e na Terra nasce Nicolau de Bari ou Nicolau de Mira. A generosidade a ele atribuída granjeou-lhe s reputação de mágico milagreiro e distribuidor de presentes. Filho de família abastada, doou seus bens para os pobres e desamparados. Entretanto, tecia um grande amor pelas crianças e foi através delas que sua lenda se popularizou e que Nicolau acabou canonizado no coração de todas as pessoas.
No fim da Idade Média, ainda “espiritualmente vivo”, sua história alcançou os colonos holandeses da América do Norte onde o “bom velhinho” toma o nome de “Santa Claus”. Ao atravessar os Portais do Admirável Mundo, muito sobre o que ele foi escrito lhe rendeu vários apelidos, como: “Sanct Merr Cholas”, “Sinter Claes” ou “Sint Nocoloses”, e é considerado sempre como padroeiro das crianças.
O Papai Noel Ocidental
Até aproximadamente 65 anos atrás o Papai Noel era, literalmente, uma figura de muitas dimensões. Na pintura de vários artistas ele era caracterizado ora como um “elfo”, ora como um “duende”. O Noel-gnomo era gorducho e alegre, além de ter cabelos e barbas brancas.
papainoel.jpgNo final do século XIX, Papai Noel já era capa de revistas, livros e jornais, aparecendo em propagandas do mundo todo. Cartões de Natal o retrataram vestido de vermelho, talvez para acentuar o “espírito de natal”. A partir daí o personagem Papai Noel foi adquirindo várias nuances até que em 1931 a The Coca-Cola Company, contrata um artista e transforma Papai Noel numa figura totalmente humana e universalizada. Sua imagem foi definitivamente adotada como o principal símbolo do Natal.
A imagem do Noel continuou evoluindo com o passar dos anos e muitos países contribuíram para sua aparência atual. O trenó e as renas acredita-se que sejam originárias da Escandinávia. Outros países de clima frio adicionaram as peles e modificaram sua vestimenta e atribuíram seu endereço como sendo o Pólo Norte. A imagem da chaminé por onde o Papai Noel escorrega para deixar os presentes vieram da Holanda.
Hoje, com bem mais de 1700 anos de idade, continua mais vivo e presente do que nunca. Alcançou a passarela da fama e as telas da tecnologia. Hoje o vemos em filmes, shoppings, cinemas, no estacionamento e na rua. Ao longo desses dezessete séculos de existência, mudou várias vezes de nome, trocou inúmeras de roupa, de idioma e hábitos, mas permaneceu sempre a mesma pessoa caridosa e devotada às suas crianças. E, embora diversas vezes acusado de representar um veículo que deu origem ao crescente consumismo das Festas Natalinas, é preciso reconhecer que ele encerra valores que despertam, revivem e fortalecem os nossos sentimentos mais profundos. Sua bondade é tão contagiante que atinge tipo “flecha de cupido”, qualquer pessoa, independente de crença ou raça, o que evidencia a sua magia e seu grande poder de penetração no mundo.
Espero que todos tenham um feliz dia de Mitra!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

DOIS DETALHES SOBRE A TEVILAH (BATISMO)


DOIS DETALHES SOBRE A TEVILAH (BATISMO)
 
Temos visto muitos argumentos sobre a tevilah (batismo) das águas. Pontos importantes sempre são abordados, todavia notamos que os dois detalhes que vamos aqui abordar, raramente ou nunca são comentados.
Antes de tocarmos no tema, vamos analisar alguns aspectos desta importante doutrina:
1.       Para que serve a tevilah (batismo)? 
a)       Lavagem dos pecados: “E, agora, por que te deténs? Levanta-te, e batiza-te, e lava os teus pecados, invocando o nome do Senhor.” (Atos 22:16)
b)       Remissão ou perdão dos pecados: “Apareceu João batizando no deserto e pregando o batismo de arrependimento, para remissão de pecados.” (Mc. 1:4). “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” (Atos 2:38)
c)        Simboliza morte, sepultamento e ressurreição: “Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? 4De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. 5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; 6  sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado. 7  Porque aquele que está morto está justificado do pecado. 8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos.” (Rm. 6:3-8) “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. 2 Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; 3 porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.” (Cl. 3:1-3)
d)       Integração na Família de Deus e no Corpo de Cristo, a Kehilah (congregação): “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.”  (Atos 2:47)  “De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.” (Atos 2:39) “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. 28 Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. 29  E, se sois de Cristo, então, sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa.” (Gl. 3:27-29)
 
 
2.       Que passos devem anteceder ao tevilah (batismo)?                                                                                                                                                              
                                                                                                                                                                Arrependimento e conversão:
 
a)       Reconhecer que é um pecador e que está perdido: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Rm. 6:23) “Porque todospecaram e destituídos estão da glória de Deus.” (Rm 3:23)  “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” (Rm 5:12)  “Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” (Is. 55:7)
b)       Reconhecer que só por meio do sacrifício de Cristo é possível o perdão: “Em quem temos aredenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados.” (Cl 1:14) “Em quem temos a redençãopelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.” (Ef 1:7)  “Quanto mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?” (Hb 9:14)  “Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” (Rm 5:9)
c)       Arrepender-se e abandonar todos os pecados: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor.” (Atos 3:19) “Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; 6 pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência; 7 nas quais também, em outro tempo, andastes, quando vivíeis nelas. 8 Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca. 9 Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos.” (Cl. 3:5-9)
 
d)       Sentir a necessidade urgente da tevilah (batismo): “E, agora, por que te deténs? Levanta-te, e batiza-te, e lava os teus pecados, invocando o nome do Senhor.” (Atos 22:16) “Ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos? 38 E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” (Atos 2:37, 38)
 
3.       Quem deve ser batizado?
Dentre os gentios, somente pessoas realmente convertidas ao verdadeiro D-us. Isto exclui obviamente as crianças recém-nascidas ou mesmo os juvenis que não estão maduros o suficiente para compreender o ato.  Temos sugerido uma idade mínima de catorze anos, mas pode ser mais, se o juvenil ainda age muito como criança. Os israelitas naturais também precisam passar pela tevilah, pois é a única forma de alcançarem a remissão de seus pecados e prova de que aceitam a Nova Aliança e a Yeshua como seu Mashiach.
 
4.       Onde deve ser feito a tevilah (batismo)?
Sempre que possível em águas correntes. Devemos evitar águas paradas, como tanques, piscinas ou lagos:
Ora, João batizava também em Enom, junto a Salim, porque havia ali muitas águas; e vinham ali e eram batizados.” (Jo 3:23) “Apareceu João batizando no deserto e pregando o batismo de arrependimento, para remissão de pecados. 5 E toda a província da Judéia e todos os habitantes de Jerusalém iam Ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.” (Mc. 1:4, 5) “E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou.” (Atos 8:38)
 
Em Cristo, não entramos mais em juízo. Aquele que anda em espírito e está morto para o pecado, dele está justificado: “Sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado. 7 Porque aquele que está morto está justificado do pecado.”(Rm. 6:6, 7)
Conforme já vimos, a Bíblia diz que a recompensa ou o salário do pecado é a morte; que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus
Biblicamente, existe duas mortes: A primeira, a física ou natural, como consequência física do pecado e a segunda, a espiritual e definitiva, pelos efeitos espirituais do pecado. “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos.” (Ap. 20:6) Todos, indistintatamente, estão sujeitos às duas mortes. Isto quer dizer que nós também vamos enfrentar a segunda morte? Absolutamente, não! Os que receberam de boa vontade o sacrifício de Cristo como o pagamento do resgate do pecado e que passaram pela morte simbólica da tevilah (batismo)), já morreram, portanto, uma vez. Ou seja, em Cristo já passaram pela morte espiritual. Já não andam mais na carne. E sim, no Espírito!
Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.”(Rm. 8:1) Não há porque entrarmos em juízo pelos nossos pecados, se Yeshua (Jesus) já pagou o preço, se foi julgado e morto por nós e nos livrou da condenação. Aqueles que morrem sem aceitar a Yeshua (Jesus) como seu substituto e salvador, estes sim, serão objeto do juízo, condenação e segunda morte, pois assumiram a responsabilidade pelos seus pecados. A morte espiritual via tevilah  (batismo) em Cristo, eles a rejeitaram!
 
 

Os dois detalhes

 
Para muitos, basta serem batizados. Outros  há que minimizam o valor do ato ou nem o julgam necessário. Desde que se creia em Yeshua (Jesus), a pessoa já está salva, dizem. A tevilah (batismo) é apenas um complemento religioso para um testemunho público de fé e nada mais. Seria isto mesmo?
De modo algum. Veja que tanto João Batista, bem como Yeshua (Jesus) e Seus apóstolos enfatizaram a necessidade da tevilah (batismo). E note também que este era feito urgente, logo após a conversão ou assim que Yeshua era reconhecido por nossos irmãos israelitas. É obvio que o converso deve ter um conhecimento mínimo da Palavra de D-us, que lhe permita discernir o que é pecado, sem o que não há como haver o arrependimento, mas não é por isto que ele deva entrar numa fila ou esperar uma data festiva, para se livrar de seus pecados!
 
A fórmula batismal: Todos, seguramente, conhecem a ordem batismal dada por Yeshua (Jesus) aos Seus doze apóstolos: “
Note que os triteístas, ou seja, os trinitarianos de hoje, adoram mencionar este versículo porque lhes parece um apoio importante ao dogma da trindade. Sabemos que esta doutrina teve sua origem no concílio de Nicéia, no ano 325 e que foi tomando forma em concílios posteriores.
A fórmula de Mateus: “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” passou a ter relevante importância, em função do dogma que passou a ser defendido pela igreja romana.
Escritores ligados à história testificam que, no princípio, os apóstolos somente batizavam “em nome de Yeshua (Jesus)”e que a “fórmula trinitária” só foi adotada mais tarde. A nota de rodapé da Bíblia de Jerusalém, pg. 1896 diz de Mateus 28:19:
É possível que, em sua forma precisa, essa fórmula reflita influência do uso litúrgico posteriormente fixado na comunidade primitiva. Sabe-se que o livro dos Atos fala em  batizar em nome de Jesus cf. At 1,5 + 2,38. Mais tarde deve ter-se estabelecido a associação do batizado às três pessoas da trindade...”.
Willston Walker, ex-professor de História Eclesiástico na Universidade de Yale, E.U.A., escreveu:“Entre os primeiros discípulos o batismo  era, em geral, feito ‘em o nome de Jesus Cristo’. Não menção ao batismo  em o nome da trindade no Novo Testamento, exceto no mandato atribuído a Cristo em Mateus 28.19. Esse texto é, no entanto, muito antigo. Nele fundamentam-se o Credo dos Apóstolos e o costume registrado no Didaquê e em Justino. Os líderes cristãos do século III continuaram a reconhcer a forma mais antiga e o batismo em nome de Cristo era considerado válido, embora irregular, ao menos em Roma, a partir da época do Bispo Estevão (254-257), com toda a certeza.”. 
História da Igreja Cristã, Vol. 1, pág. 129 – Editora  Aste.
Na verdade,  a Palavra de Deus confirma isto. Notemos que os batismos das águas, realizados na Kehilah congregação) apóstólica, foram feitos mesmo “em nome do Senhor Jesus Cristo”.
 

Tevilah (batismo) em nome do Senhor Yeshua HaMashiach (Jesus, o Messias)

 
Judeus que receberam a Yeshua - Três mil judeus, no dia de pentecostes: “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo... De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.” (Atos 2:38, 41)
Gentios posteriormente convertidos -  Cornélio e seus amigos: “Porventura, pode alguém recusar a água, para que não sejam batizados estes que, assim como nós, receberam o Espírito Santo? 48  E ordenou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Então, lhe pediram que permanecesse com eles por alguns dias.” Versão R.A. (Atos 10:47, 48)
Os samaritanos: “Porquanto não havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente haviam sido batizados em o nome do Senhor Jesus.” (Atos 8:16)
Saulo batizado pos Ananias: “E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o tevilah (tevilah (batismo)) e lava os teus pecados, invocando o nome dele.” (Atos 22:16)
Os discípulos de João Batista: “Disse-lhes Paulo: João realizou batismo de arrependimento, dizendo ao povo que cresse naquele que vinha depois dele, a saber, em Jesus. 5  Eles, tendo ouvido isto, forambatizados em o nome do Senhor Jesus.” (Atos 19:4,5)
Os coríntios: “Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura,batizados em nome de Paulo?” (1 Co. 1:13) “E é o que alguns têm sido, mas haveis sido lavadosmas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus.” (1Co 6:11)
Os romanos: “Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?” (Rm. 6:3)
Os gálatas: “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.” (Gl. 3:27)
Os colossenses: “Sepultados com ele no tevilah (tevilah (batismo)), nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos.” (Cl. 2:12)
 

Por que os apóstolos invocaram o nome de Yeshua (Jesus) na tevilah (batismo)?

Os apóstolos, levados ao Monte das Oliveiras após a ressurreição do Mestre, receberam instruções e entre estas a da tevilah (batismo). Poucos dias depois, receberam o revestimento de Ruach HaKodesh (o Espírito Santo). Cheios do poder, começaram a pregar e a batizar. E aí, fizeram o tevilah (batismo)) em nome de Yeshua (Jesus). Erraram? De modo nenhum! Estavam sendo guiados pelo Espírito Santo. Alguém se atreveria em dizer que o Espírito Santo os guiou no erro? Os que recusam o tevilah (batismo) m nome de Yeshua (Jesus), rejeitam o Espírito que operou neles.
Oraçoes. Em nome de quem devem ser feitas? “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.” (Jo 14:13)
Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (Jo 14:14)
Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda.” (Jo 15:16)
Curas, exorcismo: “E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas.” (Mc 16:17)
Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. 18  E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.” (Atos 16:17, 18)
Yeshua é o único nome para salvação, perdão: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” (Atos 4:12)A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dospecados pelo seu nome. (Atos 10:43) “Filhinhos, escrevo-vos porque, pelo seu nome, vos são perdoados os pecados.” (1Jo 2:12)
Invocado sobre nós: “Porventura, não blasfemam eles o bom nome que sobre vós foi invocado?” (Tg 2:7)
Você já viu alguém usar somente a palavra “Filho, ou em nome do Filho” para uma cura ou expelir um demônio? Por que enfatizam e com autoridade o nome “Jesus Cristo”? Ora, se para isto é importante invocar e pronunciar audivelmente o nome  “Yeshua (Jesus)”, por que não, para cancelar os pecados? Convenha conosco que pronunciar as palavras “Pai, Filho e Espírito Santo” nenhum nome foi invocado ou pronunciado! E neste caso, para o fim a que se propõe, valeu esta tevilah (batismo)?
Contra o Espírito Santo. Alguns “bem-intencionados” dizem que não têm nada a ver com os apóstolos, que eles estão seguindo é Yeshua (Jesus) e não aos apóstolos! Outros, mais ousados ainda, dizem que “os apostolos erraram!”.
Na verdade, estas acusações são seríssimas. Os apóstolos não fizeram nada de si mesmos! Eles estavam sendo dirigidos pelo Espírito Santo e foram confirmados pelo Senhor Yeshua (Jesus): “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” (Jo. 14:26) “Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir.” (Jo. 16:13). E mais: “Quem vos ouve a vós a mim me ouve; e quem vos rejeita a vós a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita rejeita aquele que me enviou.” (Lc 10:16)
Quem faz tais afirmações, na verdade está se julgando mais espiritual que os santos apóstolos  e discordando do Espírito de D-us. Está condenando a Yeshua (Jesus), pois neste caso Yeshua (Jesus) escolheu mal seus sucessores.
De Yeshua (Jesus) nós temos a ordem; dos apóstolos, temos o exemplo, a execução, o modelo!
Pense bem: Em havendo duas fileiras, uma dos apóstolos e dos que foram batizados em nome de Yeshua (Jesus) e outra, da igreja romana e de sua tevilah (batismo) trinitária, em qual das duas você quer estar?
Ordem é uma coisa e execução é outra! Por exemplo, Yeshua (Jesus) nos instruiu a orar ao Pai “em meu nome”:
Como você executa isto? Termina uma oração ao pai, dizendo: “tudo eu Te peço em meu nome”? Ou diz, em nome de Jesus? E como expulsa um demônio? Yeshua (Jesus) disse: “em meu nome expulsarão demônios...” Você diz “em meu nome” ou em nome de Jesus?
Por que só na tevilah (batismo), você não quer buscar o nome ou julga não ser necessário pronunciá-lo?
Como batizamos? Explicamos ao convertido que a tevilah (batismo) é para perdão dos pecados, que o livrará do juízo  e da segunda morte e que para torná-lo-á membro da kehilah (congregação) e herdeiro juntamente com a família de D-us no reino vindouro.
Ínvocamos a autoridade de D-us, o Pai e a direção de Seu Santo Espírito para o ato e imergimos o convertido totalmente nas águas, em nome do Senhor Jesus Cristo, para remissão de seus pecados.
Em seguida, é realizada a imposição de mãos do ministério sobre os batizados para que estes recebam o dom do Espírito Santo.
 
Quem te batizou ou vai te batizar?
Se a tevilah (batismo) nos une, nos liga à Kehilah (congregação), o Corpo de Cristo, é importante saber quem vai nos batizar. Sim, por que se esta pessoa foi batizada e ordenada numa determinada religião, é lá que nos seremos ligados. Mesmo que este oficiante não mais esteja lá, mas é lá que tem suas raízes.
Esta é uma das causas que a Kehilat Elohim (Congregação de D-us) não aceita tevilah  (batismo) procedente de outras organizações religiosas. Aceitar significa reconhecer tais organizações como legítimas, pois estamos aceitando seus ofícios como válidos diante de D-us! Sinceramente, não somos assim por prepotência ou coisa parecida, mas por sermos sinceros diante de D-us e coerentes com Sua Palavra.
A Bíblia ensina um só D-us e um só povo Seu, a Kehilat Elohim. Também a Kehilat Elohim só tem uma única cabeça, que Cristo. Se aceito outras organizações religiosas ou reconheço seu trabalho como válido, entendo que deveria imediatamente me unir a elas. Além disto, estarei aprovando as inúmeras divisões religiosas existentes. Somos contra qualquer tipo de divisão religiosa! Isto é incoerência e é contra a Bíblia.
Ademais, a grande maioria destas religiões confessa abertamente que tive sua origem na religião papal. Não podemos admitir isto, uma vez que Yeshua (Jesus) foi claro que as portas do Hades não prevaleceriam contra Sua Congregação e que Ele mesmo estaria com ela e seus remanescentes todos os dias, até a consumação dos séculos. Não creio que Yeshua (Jesus) esteve algum tempo com a religião papal!
Obviamente, se alguém discorda e quer correr o risco de permancer numa religião vinculada ao papado ou com uma tevilah (batismo) feito por pessoas desta origem, o problema é dela.
Conhecemos casos de pessoas que receberam a tevilah (batismo) em nome de Jesus, mas por mãos de pastores dominguistas ou até mesmo de pastores que nunca foram batizados em nome de Yeshua (Jesus)! Isto é muito perigoso, para quem não quer perder tudo.
Você já pensou se sua tevilah (batismo) não valeu nada? Como vai ficar sua fé? E se você morrer com uma tevilah (batismo)) inválida? Se o leitor se preocupa com sua salvação e se orienta pelas Escrituras, o momento é de reavaliar a situação.
 
São apenas dois pequenos detalhes:
1. Foi invocado o nome de meu Salvador em minha tevilah (batismo)? Estou mesmo remido, como os três mil do dia de Pentecostes?
2. Se fui batizado fora da verdadeira Kehilat Elohim, valeu minha tevilah (batismo)? Não estarei eu ligado em alguma seita ou na religião papal, por ser batizado por pessoas não ligadas verdadeiramente ao Corpo de Cristo? Quem me batizou, tinha autoridade para me ligar no Corpo de Cristo? Ele estava ligado em alguma coisa?
São só dois detalhes, mas são vitais, pode crer!
 
Rosh Ishay ben Yehudah

A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS?


ISAÍAS 55:08,09
Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR.
Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. 

A QUEM DEVEMOS TEMER?


                   A QUEM DEVEMOS TEMER?
LUCAS 12:04,05
E digo-vos, amigos meus: Não temais os que matam o corpo e, depois, não têm mais que fazer.
Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei.